quinta-feira, 8 de abril de 2010

Poema: Mente, íras.


A mente necessita de ser idependente, necessita de falar, cuspir ou vomitar.

A mente mente, tranza e é estupida.

Pode ser culta, mas nunca o bastante para a vida e a loucura.

A mente juga, vicia e é viciante.

Ela consegue disfarçes como: Cérebro, choro ou gargalhos...

A mente apresenta tudo, até consegue ter relacionamentos extra conjugais.

A mente não morre, vira lenda, mito.

Só que a mente é capaz de punir-se ou se suícidar.

A mente não sabe quem ela é.

A mente, mente.
(Luccas Trivillato)

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